quinta-feira, 5 de setembro de 2013

1147 - OS FIDALGOS DA CASA CAVAQUISTA

 1147

CAVAQUICES, IDIOTICES MERDICES E OUTROS

KAOS:Os Fidalgos da Casa Cavaquista
Jose Martins em DA TAILÂNDIA COM AMOR E HUMOR - Há 52 minutos
[image: cavaco silva passos coelho assinar leis] O Passos Coelho pediu bom senso aos Juízes do Tribunal Constitucional como se fossem uns desmiolados que não sabem interpretar a Constituição . Embora o esteja a fazer sem querer não percebo porque não faz directamente as mesmas criticas ao Sr. Silva que é quem envia, embora muito menos do que devia, as leis para o Tribunal por saber que são inconstitucionais. (Sim que ele sabe tudo e nunca se engana). É um carapau de corrida no governo e uma alforreca em Belém

terça-feira, 3 de setembro de 2013

1145 - "ENOQUE", UM LIVRO PROIBIDO NA BÍBLIA

1145

OS LIVROS PROIBIDOS
DA BÍBLIA QUE NÃO PODEMOS LER











OS LIVROS PROIBIDOS DA BÍBLIA:
O LIVRO DE "ENOQUE"  FOI UM DELES.

domingo, 1 de setembro de 2013

1142 - UM POEMA DE MIGUEL TORGA

1142
UM  POEMA DE  DE  MIGUEL TORGA

 

UM POEMA

Não tenhas medo, ouve:
É um poema
Um misto de oração e de feitiço...
Sem qualquer compromisso,
Ouve-o atentamente,
De coração lavado.
Poderás decorá-lo
E rezá-lo
Ao deitar
Ao levantar,
Ou nas restantes horas de tristeza.
Na segura certeza
De que mal não te faz.
E pode acontecer que te dê paz...

Miguel Torga,
de Diário XIII

1141 - UM POEMA DE SOPHIA


1141

VAMOS COMEÇAR O PRIMEIRO POST DE SETEMBRO
DE 2013 COM UM POEMA DESSA MULHER ADMIRÁVEL
QUE  FOI SOPHIA





Poema

A minha vida é o mar o Abril a rua
O meu interior é uma atenção voltada para fora
O meu viver escuta
A frase que de coisa em coisa silabada
Grava no espaço e no tempo a sua escrita

Não trago Deus em mim mas no mundo o procuro
Sabendo que o real o mostrará

Não tenho explicações
Olho e confronto
E por método é nu meu pensamento

O quadrado da janela
O brilho verde de Vésper
O arco de oiro de Agosto
O arco de ceifeira sobre o campo
A indecisa mão do pedinte
São minha biografia e tornam-se o meu rosto

Por isso não me peçam cartão de identidade
Pois nenhum outro senão o mundo tenho
Não me peçam opiniões nem entrevistas

Não me perguntem datas nem moradas
De tudo quanto vejo me acrescento
E a hora da minha morte aflora lentamente
Cada dia preparada

Sophia de Mello Breyner Andresen

in, "Geografia"